quarta-feira, 25 de março de 2009

Torneira para ler e-mails.

O design, diferenciado e futurista, já chama a atenção por si só.
Mas o grande charme da torneira SmartFaucet, criada pela iHause, vai além da forma e chega no seu conteúdo. Sim, ela tem – literalmente – conteúdo.
Para começar, um sensor com leitor facial reconhece quem a aciona e, eletronicamente, adapta o fluxo e a temperatura da água de acordo com o usuário.
Para ninguém tomar um susto com a água gelada no inverno, sabe? Outra maneira de avisar se a água está quente ou fria é a cor do bocal, que varia do vermelho para o azul – com todas as variações no intervalo delas – de acordo com a temperatura da água.
Tem mais: o painel é touchscreen e também informa a previsão do tempo, sua agenda de compromissos do dia e… abre sua caixa de e-mails! Imagine: ler seus e-mails enquanto escova os dentes ou faz a barba? Demais, não?
A SmartFaucet estará em São Paulo durante a FEICON 2009 – Feira Internacional da Indústria da Construção –, que acontece de 24 a 28 deste mês, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Dupla Osgemeos faz exposição no Rio de Janeiro.






Otávio e Gustavo começaram a grafitar no final dos anos 80 , no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo), onde nasceram.
Eles militavam no movimento hip hop, quando este alcançava o auge no Brasil. Além de grafitar, a dupla percorria a cidade fazendo apresentações de break (modalidade de dança de rua que, juntamente com o rap e o próprio grafite, são marcas do movimento nascido nos EUA, na década de 70).
"A gente frequentava a Estação São Bento (do Metrô), que na época era o ´point´ dos caras que curtiam hip hop", conta Gustavo.
Os irmãos paulistanos Otávio e Gustavo Pandolfo - gêmeos idênticos -, 32 anos, que têm muros grafitados nos quatro cantos do planeta - EUA (Nova York, Los Angeles, São Francisco), Austrália, Alemanha, Portugal , Itália, Grécia, Espanha, China, Japão, Cuba, Chile e Argentina.

A dupla de artistas osgemeos fará sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro entre os dias 24 de Março e 17 de Maio.
A exposição Vertigem, dos gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo é a nova instalação do CCBB Rio de Janeiro, que ocupa três salas, com pinturas, esculturas e objetos sonoros.
As pinturas seguem as características já conhecidas da dupla, como as figuras humanas com olhos pequenos e bem separados, as cores vivas e ambientes fantasiosos.
São figuras humanas de pele amarela, olhos separados e roupas super coloridas, pintadas em painéis de madeira. Seus personagens têm influência do folclore ou do cotidiano urbano brasileiro, que refletem contradições do mundo contemporâneo.
Uma das esculturas de Vertigem é um cubo-cabeça, suspenso no ar, intitulado Luminescence, em que o visitante encaixa sua cabeça e dá uma visão infinita das pessoas. O interior do cubo é coberto de espelhos e pequenas luzes.Cabeça é uma instalação móvel, constituída de um grande tronco humano com os braços abertos, sobre um Fusca que anda de verdade.
Os objetos sonoros, instrumentos musicais em formato de caixas, estão agrupados em uma parede, e podem ser acionados pelo espectador através de uma mesa de som.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Arquivos fotográficos da revista Life estão disponíveis na web.

Os arquivos fotográficos da lendária revista americana Life, que produziu algumas das imagens icônicas do século XX, estão agora disponíveis na Internet, anunciou o grupo Time, proprietário da antiga revista.
Clique aqui pra ver.

Segundo a Time, as cerca de 10 milhões de fotografias estão abrigadas em um site do Google, e poderão ser vistas no endereço images.google.com/hosted/life e através do Google Images.
A coleção inclui obras de grandes nomes da sexta arte, como Alfred Eisenstaedt, Margaret Bourke-White, Gordon Parks e W. Eugene Smith. Há também o filme de um cinegrafista amador que registrou o momento do assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy em 1963.
De acordo com o grupo, 97% das fotos nunca foram publicadas. "Escaneamos milhões de imagens e as disponibilizamos no Google Image Search hoje; todas as 10 milhões de fotografias estarão disponíveis nos próximos meses", indicou a Time no comunicado.

quinta-feira, 19 de março de 2009

De carro a avião em apenas 30 segundos.




Uma empresa americana anunciou nesta semana o primeiro teste de um protótipo de carro voador, com uma autonomia de vôo de mais de 700 km. O protótipo Transition, com capacidade para duas pessoas e velocidade máxima de 185 km/h no ar, pode ser transformado de carro em avião em apenas 30 segundos pelo piloto, segundo a companhia Terrafugia, que desenvolveu o projeto.
Movido a gasolina comum, o protótipo apresentado nesta semana em Boston, nos Estado Unidos, tem tração nas rodas dianteiras para circular nas ruas e um propulsor para o vôo. Quando está com sua configuração como carro, tem um tamanho que permite que seja guardado em uma garagem comum.
Para os responsáveis pelo projeto, ele terá o potencial para "mudar o mundo da mobilidade pessoal". "Os deslocamentos agora se tornam uma experiência integrada terra-ar sem dores de cabeça. É o que os entusiastas da aviação vêm buscando desde 1918", disse Carl Dietrich, presidente Terrafugia. Mas mesmo se o protótipo for aprovado e lançado comercialmente, a experiência deverá ser para poucos.
Por ser categorizado como uma aeronave esportiva leve, ela requer uma licença especial de piloto esportivo para pilotá-la. Além disso, o preço final de cada carro voador ficará em torno de US$ 200 mil (cerca de R$ 460 mil).
A empresa já abriu uma lista de espera para a compra das primeiras aeronaves produzidas, que espera colocar no mercado a partir de meados do ano que vem.
Para os interessados em ter seu nome na lista de espera, a companhia exige um depósito de US$ 10 mil (cerca de R$ 23 mil).

quarta-feira, 18 de março de 2009

Agroglifos. Humanos ou alienígenas?







No final de 2008, a cidade de Ipuaçu, localizada a 511 quilômetros de Florianópolis (SC), foi o centro das atenções de ufólogos e curiosos. Tudo porque duas propriedades daquela cidade amanheceram com estranhas marcas em suas plantações. Mas que fenômeno é esse, batizado de agroglifos?

Também conhecido por círculos nas plantações (crop circles) ou círculos ingleses, são desenhos, quase sempre em padrões geométricos, que aparecem em plantações de cereais em todo o mundo desde meados da década de 70. O primeiro caso registrado foi na Inglaterra, entre 1647 e 1678 – a data é incerta entre os pesquisadores. É também em solo inglês onde está a maioria dos casos registrados no mundo. No entanto, o fenômeno já foi observado em países como Estados Unidos, França, Japão, Canadá, Holanda, Hungria, Rússia, Brasil, entre outros.
No início, os desenhos apareciam exclusivamente em plantações, mas estudiosos já encontraram os mesmos sinais em superfícies como neve, areia e lagos congelados. A maior discussão em torno do assunto diz respeito à veracidade desses desenhos. Os céticos acreditam que tais marcas são produzidas pelo homem, enquanto muitos ufólogos dizem que algumas são, sim, produzidas, mas outras aparecem realmente sem que se saiba de onde e como foram feitas. Segundo a ufóloga inglesa Nancy Talbott, uma das maiores pesquisadoras do fenômeno em todo o mundo e presidente do BLT Research Team, há como saber se as marcas nos campos foram feitas pelo homem ou não. “Nos locais onde foram encontrados 'crop circles' notamos presença de quantidades anormais de radiação eletromagnética; hastes de plantas dobradas e não quebradas; alterações biofísicas nas plantas; e campos magnéticos fortes”. Neste último caso, relatos afirmam que aparelhos elétricos e magnéticos, como câmeras, bússolas e celulares, não funcionam no interior dos círculos. Por mais que se fale em agroglifos, esse é um tema ainda muito desconhecido também para os pesquisadores. “A primeira razão para se estudar os “crop circles” é justamente porque ninguém sabe, de fato, o que causa esse fenômeno. Nosso grupo tenta obter tantas informações quanto possível sobre as energias envolvidas, estudando as plantas e os solos do interior desses círculos. Dessa forma, comparamos com o plantio que não foi atingido”, comenta Nancy.

Origem dos agroglifos

Ao longo dos anos, algumas teorias sobre o surgimento dos “crop circles” foram desenvolvidas. Além da ideia de que extraterrestres ou “inteligências superiores” estão tentando comunicar algo, a possibilidade defendida por Nancy é a de “vórtices de vento” ou “energias de plasma”, sendo assim um fenômeno meramente meteorológico.
É como se fossem “bolas de luz” em colisão com o planeta. No entanto, não se sabe de onde essas “bolas de luz” vêm e nem como se formam. “Achamos que é possível haver um sistema energético de plasma desconhecido dos pesquisadores. O encontro de uma descarga elétrica muito alta com uma descarga elétrica muito baixa. Essas duas energias, em contato com a superfície da Terra, poderiam criar essas marcas”, explica a presidente do BLT Research Team. Há também os que acreditam que os círculos são criados espontaneamente por uma espécie de força geo-magnética. No entanto, Nancy não descarta a possibilidade dos agroglifos serem feitos por outras formas de vida. “Não sabemos nada sobre extraterrestres.
Não temos como saber se eles estão ou não envolvidos. Se eles existem, se estão presentes na Terra, quem pode saber o que seriam capazes de fazer?
Eu acredito que as energias naturais terrestres poderiam ser manipuladas por alguma outra forma de vida, mas, como disse, não há informações científicas disponíveis que comprovem isso”.
E completa: “Há muitos relatórios que associam o surgimento de fenômenos incomuns com discos voadores, inclusive os 'crop circles'.
Penso que muitos são verdadeiros, inclusive um que fala sobre uns tubos de luz brilhante que ocasionou em uma formação de desenhos na Holanda, em 2001. Mas se existe uma relação direta entre discos voadores, extraterrestres e os círculos é, neste momento, desconhecido”.

Céticos

Para os céticos, o fenômeno é bastante simples de entender: todas as marcas foram feitas pelo homem, não há relações com “energias de plasma”, forças geo-magnéticas e muito menos com extraterrestres. Um acontecimento que auxiliou a fortalecer a teoria daqueles que não acreditam no mistério dos círculos nas plantações data de 1991, quando dois aposentados ingleses, Doug Bower and Dave Chorley, confirmaram a produção de mais de 250 “crop circles” desde 1978. No entanto, os cerealogistas (investigadores dos círculos) não ficaram satisfeitos com a declaração e afirmaram que seria impossível dois senhores de idade fazerem círculos de tamanha engenhosidade, enganando, assim, todos os investigadores por mais de uma década.
Os pesquisadores colocaram o fato como uma armação dos governos americano e alemão, juntamente com o Vaticano, para desestimular a busca pela verdade e desmoralizar os pesquisadores. Para os integrantes do “The Circlemakers”, grupo que produz círculos ingleses, as marcas nos solos nada mais é que um fenômeno cultural, não tendo nada de místico.
Em seu site (www.circlemakers.org), eles mostram técnicas e dão dicas de materiais utilizados para a construção dos círculos. Trazem explicações de como é a brisa batendo nas fitas usadas para marcação que gera os sons estranhos relacionados ao fenômeno, além de ensinar a escolha do melhor local, onde estacionar o carro durante a noite e, principalmente, como enganar os cerealogistas fazendo o círculo parecer "genuíno". “Particularmente, não acredito que estes círculos são feitos por extraterrestres, mas respeito muito a opinião da ufóloga inglesa Nancy Talbott. Ela foi uma das poucas pessoas no mundo que fez uma pesquisa usando elementos da ciência a fim de decifrar este mistério”, diz Milton Dino Frank Junior, presidente do Centro de Ufologia Brasileiro (CUB).

No Brasil


Segundo informações do CUB, já foram encontrados vários agroglifos, inclusive alguns bem antigos, no Acre, em plena floresta. “Mas entendo que um caso de agroglifo ou 'crop circles' no Brasil, para que a gente possa estabelecer um parâmetro de comparação com o fato oriundo da Inglaterra, teria que ser agroglifo em plantio de trigo, ou cereais”, diz Milton. Sendo assim, o primeiro caso registrado no país foi justamente no dia 10 de novembro de 2008, na cidade catarinense de Ipuaçu. “Depois que apareceram os círculos de Ipuaçu o fenômeno virou uma febre no Brasil e vários outros círculos semelhantes surgiram não só em Santa Catarina, como também no Rio Grande do Sul, em plantios de trigo”, disse Milton.

domingo, 15 de março de 2009

AirPod. Movido a ar.




AirPod é como um carro inteligente cheio de ar quente (sim, este é o objetivo).
Esse post é quase retrô, já que carros a ar comprimido já foram propagados por empresas como a MDI pelos últimos 20 anos. Mas esta cápsula movida a ar comprimido, o AirPod, é inteiramente nova.
O carro de três lugares é movido pelo sistema proprietário da MDI de ar comprimido, que usa eletricidade para forçar o ar a mover os pistões do motor. O carro pode vir a aparecer nas ruas dos EUA a partir de 2010 e possivelmente na Índia e na Europa um pouco antes.A autonomia, como era de se esperar, é um bocado limitada.
O AirPod vai até mais ou menos 65 km/h e roda aproximadamente 210km entre as cargas.
Quando o tanque estiver vazio, enchê-lo é um processo descrito como sendo “extremamente rápido” se você tiver um posto de ar comprimido especializado à disposição. Caso contrário, você terá que usar um compressor de ar manual tradicional.
Pense assim: seria como encher os pneus da sua bicicleta, só que maiores.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Roy Fox Lichtenstein



Roy Fox Lichtenstein (Nova Iorque, 27 de outubro de 1923 — Nova Iorque, 29 de setembro de 1997) foi um pintor estado-unidense identificado com a Pop Art.
Na sua obra, procurou valorizar os cliches das histórias em quadradinhos como forma de arte, colocando-se dentro de um movimento que tentou criticar a cultura de massa.
O seu interesse pelas histórias em quadradinhos (banda desenhada), como tema artístico, começou provavelmente com uma pintura do rato Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Nos seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características da banda desenhada e dos anúncios comerciais, e reproduziu à mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos.
Empregou, inicialmente, uma técnica pontilhista para simular os pontos reticulados das histórias. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno.
O resultado é a combinação de arte comercial e abstracção. Roy Fox Lichtenstein usava cores como: azul marinho, amarelo, vermelho e branco.
Ele fazia contornos em preto, para realçar mais suas pinturas.