segunda-feira, 2 de março de 2009

Across the universe. Uma obra imperdível pra quem curte Beatles.




Algumas das melhores idéias são aquelas que eram óbvias, mas ninguém tinha pensado (ou realizado) antes. Por isso é tão difícil acreditar como ninguém tinha feito ainda um filme como Across the Universe (2007), que usa apenas, única e exclusivamente músicas dos Beatles para contar uma história de amor.
Sorte a nossa que o projeto ficou nas talentosas mãos de Julie Taymor, premiada por seus trabalhos em Frida e na adaptação de O Rei Leão para a Broadway. Por ter vivido os anos 60 como recém-adolescente e visto seus irmãos mais velhos passando pela juventude em meio à guerra do Vietnã, faculdade, drogas e o movimento hippie, ela consegue recriar fatos e momentos marcantes daquela movimentada década como pano de fundo para o relacionamento vivido por um rapaz de Liverpool chamado Jude (Jim Sturgess) e uma jovem estadunidense de nome Lucy (Evan Rachel Wood).
O inglês chega ao novo continente em uma busca pessoal de autoconhecimento e um pouco de aventura. Logo de cara, no campus da famosa Universidade de Princeton, conhece Max (Joe Anderson), irmão de Lucy.
A amizade entre os dois rapazes é imediata, tal qual a cumplicidade entre John e Paul. Morando em Nova York, eles conhecem a cantora Sadie (Dana Fuchs), o músico Jo-Jo (Martin Luther McCoy) e Prudence (T.V. Carpio), fechando assim o grupo de personagens principais à trama. Como em um espetáculo musical, cada um tem ao menos um momento solo garantido, entoando uma canção do quarteto de Liverpool.
Letras não são modificadas, mas melodias e o momento pelo qual os personagens passam podem dar novos entendimentos aos clássicos do Fab Four. Assim como os discos gravados nos estúdios Abbey Road, cada uma das 33 músicas escolhidas se encaixam perfeitamente, e ajudam a contar a história e os dramas vividos pelos pesonagens.
Porém, como as músicas são executadas da primeira à última nota, a duração de Across the Universe acaba demasiadamente longa, problema que todo beatlemaníaco vai ter de aturar em respeito ao legado da banda - assim como já fazem há mais de 30 anos com Yoko Ono.
Algumas cenas da fase psicodélica poderiam ter ficado de fora, assim como a personagem Prudence, que claramente só está ali para que "Dear Prudence" seja cantada.
O momento é tão belo quanto a canção, mas em nada altera a trama central e por isso poderia facilmente ter ficado na sala de edição, deixando ali apenas a referência para quem é fã do quarteto, ao lado da irmã de Lucy e Max, que se chama Julia, ou a maçã cortada por Jude, alusão ao selo musical Apple, fundado pelos Beatles em 1968.
Com participações especiais de Bono (como hippie Dr. Robert cantando "I am The Walrus"), Joe Cocker (triplo papel de um cafetão, mendigo e hippie emprestando sua voz rouca para "Come Together"), Salma Hayek (dançando "Happiness is a Warm Gun" vestida de enfermeira) e do comediante Eddie Izzard (o apresentador do circo em "Being For the Benefit of Mr. Kite!"), Taymor consegue ganhar também a atenção de outros públicos.
Não que precisasse, afinal, "love is all you (we) need".
P.S. Levando em consideração toda a importância que as letras das músicas têm na história, a distribuidora brasileira deveria ter legendado também as canções dos Beatles.
Imperdível!!!!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Fã polonês constrói Harley Davidson de madeira.

Criação de Andrzej Zdrojewski é réplica de modelo J 1921.
Ele faz a moto em oficina de Lukow, onde trabalha com madeira.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Exótico Tramontana R-Edition chega a 325 km/h de velocidade máxima.




O visual deste carro sugere algo criado para rodar exclusivamente em circuitos fechados. No entanto, as aparências enganam. Primeiro superesportivo desenvolvido na Espanha, o Tramontana, em sua edição especial R-Edition, tem motor V12 central e carroceria de fibra de carbono, além de homologação para rodar nas ruas. De acordo com a fabricante, a produção artesanal da versão será limitada a 12 unidades anuais. Tamanha exclusividade tem seu preço: 385 000 euros (cerca de R$ 1,1 milhão).
O visual do modelo, um tanto controverso, parece uma mistura de bólido de Fórmula 1 com avião de combate. O acesso dos dois ocupantes se dá pela “bolha”, que se abre de forma vertical. O formato aerodinâmico, repleto de apêndices que diminuem a resistência do ar, aliado ao motor Mercedes-Benz AMG 5.5 biturbo de 550 cv, faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3s6. Os clientes ainda podem optar por um tempero extra no propulsor, que eleva a potência para colossais 720 cv, suficientes para levar o Tramontana R-Edition a incríveis 325 km/h.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Heath Ledger vence o Oscar de ator coadjuvante.



Como esperado, Heath Ledger venceu o Oscar póstumo de melhor ator coadjuvante por sua atuação como o Coringa em “Batman - O cavaleiro das trevas”.
O australiano morreu em janeiro de 2008 por overdose de medicamentos, antes mesmo da estreia do longa nos cinemas.

Foram receber o prêmio em nome de Ledger seu pai, Kim, sua mãe, Sally, e sua irmã mais velha, Kate.
A filha de Ledger, Matilda, 3, com sua ex-noiva Michelle Williams, vai se tornar a proprietária da estatueta quando completar 18 anos, segundo decisão dos organizadores da premiação.

“Agradeço à Academia e a Christopher Nolan, por terem dado a Heath a liberdade de criar e explorar esse louco personagem. Esse prêmio sela a sua determinação em ser aceito por todos vocês e também por essa indústria”, afirmou Kim Ledger.
A mãe do ator completou: “Ele era uma alma cheia de compaixão e inspirou nossas vidas. Estamos honrados em receber esse prêmio em nome dele e nos sentimos orgulhosos pelo que ele atingiu”.
Um Oscar mais que merecido!!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ferramenta do Google pode ter encontrado Atlântida.

Segundo jornal britânico, imagem produzida pela ferramenta que vasculha os oceanos pode ser de cidade lendária.
De acordo com reportagem do tablóide britânico The Sun, o software Google Ocean pode ter encontrado vestígios da cidade perdida de Atlântida. As imagens foram capturadas num local próximo às Ilhas Canárias, a quase mil quilômetros da costa da África. Foi nessa região que o filósofo grego Platão sugeriu que ficava a lendária civilização. Atlântida teria submergido há 12 mil anos, por conta de terremotos.
Charles Orser, da Universidade do Estado de Nova York, estudioso da história de Atlântida, chamou a descoberta de "fascinante". Para Orser, mesmo que a formação encontrada pelo software seja natural, ela "definitivamente merece uma análise mais detalhada". A formação é um retângulo cruzado por linhas que lembram o mapa de uma cidade.
Lançado no começo deste mês, o Google Ocean é a mais nova ferramenta do gigante da internet Google, e permite que os usuários façam viagens virtuais em três dimensões pelo fundo do oceano. O Ocean acrescenta-se aos já conhecidos Google Earth e Google Sky.

Bia Figueiredo. A primeira mulher a vencer uma corrida na Indy Lights.



Ela é a primeira mulher a vencer uma corrida na Indy Lights, já sofre o assédio de equipes da categoria principal e tem o respeito dos adversários por defender um país com grande tradição nas pistas dos Estados Unidos. Mas Bia Figueiredo passou da fase de sonhar com a Fórmula 1, onde constatou que tudo depende de "politicagem". Por isso, diz preferir ficar onde está para traçar o caminho certo até o seu principal objetivo, que é brilhar nos ovais norte-americanos.
Terceira colocada na categoria de acesso à Fórmula Indy em 2008, a paulistana de 23 anos se especializou em quebrar paradigmas. Antes de ser a primeira mulher a terminar as 500 Milhas de Indianápolis entre os cinco primeiros na Lights, ela já havia sido a primeira a vencer na Fórmula Renault e a conquistar a pole position Fórmula 3 Sul-Americana. Se depender dela, no entanto, a Fórmula 1 vai continuar sem nenhuma mulher em destaque.
Mais um motivo para Bia focar sua carreira nos Estados Unidos. Mas ela não pretende apenas subir de categoria. Visando brigar pelo título da Fórmula Indy a partir de 2010, Bia rejeitou convites recebidos já no ano passado e preferiu ficar mais uma temporada na Indy Lights, buscando outros bons resultados para entrar em uma equipe de ponta no próximo ano.
A própria piloto confessa que teve que aprender praticamente tudo sobre as pistas dos Estados Unidos. Para quem acha que é fácil guiar em um circuito oval, ela logo avisa: "É difícil pra caramba. Todo mundo diz que são só duas curvas e deu, mas acontece que a diferença é feita por milésimos. É muito pouco, e para achar esses milésimos no carro é muito complicado", explica.

Holy Explorer and Gibson USA’s 2009 Limited Run Series

Mais uma obra de arte da Gibson que não poderia deixar passar em branco. Série limitada a 350 guitarras. Sorte de quem conseguir uma.